Estudo aponta que tecnologia aumenta a diferença entre sexos
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Estudo aponta que tecnologia aumenta a diferença entre sexos



Uma pesquisa realizada pela professora Cecilia Castaño, da Universidade Complutens, na Espanha, revela que o acesso e o uso das novas tecnologias fez aumentar também a exclusão digital entre homens e mulheres. O estudo mostrou que nos países mais desenvolvidos as mulheres ficam menos tempo navegando sem rumo na internet e que por terem uma formação menos tecnológica que a dos homens, buscam mais o lado prático do mundo digital.

Durante um ano a equipe da Universidade coletou dados sobre o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação [TICS] para comparar as diferenças entre homens e mulheres e buscar os porquês. Para tal reuniu um grupo de mulheres [estudantes universitárias, professoras secundárias, empreendedoras, entre outras] e um grupo homens com as mesmas características.

A pesquisa é bastante interessante porque além de mostrar uma diferença no tempo de uso, mostra uma distinção no comportamento das muheres na rede, ou seja, o que elas querem e buscam na internet. Nos vários estudos sobre inclusão e exclusão digital brasileiros conhecidos atentaram para mais essa divisão no acesso e uso das novas tecnologias.

Abaixo trechos da matéria publicado no Elpaís.

" ¿Cómo se explica, si no, que entre las tituladas y titulados universitarios, haya de 15 a 20 puntos de diferencia a la hora de conectar un módem o una impresora? "En este caso, puesto que ambos tienen los mismos estudios, la brecha se debe a su especialidad académica. Los hombres se matriculan más en carreras tecnológicas y ellas en otras ramas más sociales, de humanidades o sanitarias, y esa es otra brecha que se abre cada vez más en toda Europa", explica la catedrática de Economía Aplicada de la Universidad Complutense Cecilia Castaño.

Algo parecido ocurre cuando los estudios son inferiores: ellos siempre sacan ventaja en esas tareas más complejas al manejar programas informáticos. "Es una cuestión educacional, a los niños se les transmite más confianza en las máquinas", afirma Castaño.

Tampoco pasan el mismo tiempo en Internet los hombres y mujeres con estudios universitarios, ni mucho menos; entre ambos hay una diferencia de 20 puntos. Ellas alegan falta de tiempo, contenidos que no les gustan y el uso que hacen del ordenador se circunscribe al trabajo y algunas consultas de carácter práctico. "Consultan posibles empleos, asuntos relacionados con la educación o la sanidad para la familia...". Sin embargo, los hombres sí parecen tener tiempo porque parte de su navegación es por ocio y consumo: deporte, la bolsa, pornografía...

A partir de ahí han podido saber que ellos pasan más tiempo en Internet, lo utilizan más para tramitar cuestiones administrativas, comprar y hacer transacciones bancarias; ellas, sin embargo, lo usan menos y de una forma más práctica, para resolver cuestiones sanitarias o buscar formación laboral o académica. También compran menos por Internet y sobre todo productos para el hogar, mientras que entre los hombres las adquisiciones más habituales son de material informático."




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